A velha senhora regava seu canteiro de flores com toda a devoção, todo domingo pela manhã. Falava-se daqui e dali que a velha louca dispensava monólogos ininteligíveis. Seu olhar brilhava num sorriso satânico, embora os finos lábios nunca mostrassem os dentes. Venerava tanto o seu canteiro que o regava com ferro escarlate.
E, vez ou outra, pairava uma pergunta na sutil fragrância dos crisântemos.